Quem somos

Visão e Missão


O Programa Meninas dos Olhos de Deus no Nepal nasceu no coração do doutor José Rodrigues, presidente da World Mobilization (WM – http://www.mobilizacaomundial.com.br/index.php/en/#) e da MCM, e por meio do trabalho de Silvio Silva, sua esposa Rosmari e sua família, trabalha desde 2000 com o resgate de meninas que foram traficadas para a escravidão sexual, bem como meninas que estão em situação de risco de serem traficadas ou mortas, ou seja, em famílias muito pobres ou nas ruas. Também são abrigados meninos que na maioria são irmãos das meninas e que estavam nas ruas ou em situação de risco. Hoje são quatro casas com 160 crianças no total.

Também trabalha com a prevenção do tráfico por meio de distribuição de bolsas de estudo em vários distritos, principalmente os mais pobres. Uma vez que seus filhos estão estudando, a família tem melhores perspectivas de vida e dessa forma não os vende ou permite que sejam traficados. Juntamente com a distribuição dessas bolsas é feito um trabalho de conscientização com as famílias para que não deixem seus filhos nas mãos dos traficantes. Hoje 1300 crianças são beneficiadas com as bolsas de estudo distribuídas pelo Meninas dos Olhos de Deus.

Nossa visão é essencialmente resumida em duas importantes palavras: COMPAIXÃO E ESPERANÇA. Por meio da COMPAIXÃO queremos ser um instrumento que vai alterar o destino de pessoas que tiveram seus sonhos, sua infância, sua inocência roubados e darmos a elas, por meio do resgate da dignidade e do amor tudo o que lhes fora tirado. Enfim, por meio da COMPAIXÃO, queremos dar uma nova ESPERANÇA.

Para isso, a ideia de ter apenas um abrigo, ou uma instituição social seria extremamente insuficiente. A visão que acreditamos passa pelo conceito de que somos uma FAMÍLIA. E assim, como família, toda a missão é desenvolvida. Nossa visão inicialmente tinha como alvo apenas crianças e adolescentes vítimas do tráfico, todavia essa visão se expandiu e temos trabalhado em conjunto para que as famílias dessas crianças e jovens também sejam beneficiadas e transformadas.

Nossa missão é, por meio diferentes maneiras (casas, programa de prevenção, escola, etc.) criar o ambiente para que meninas e meninos em situação de tráfico, abuso, abandono ou risco tenham o destino mudado e recebam condições adequadas de vida; para que aqueles, que jamais teriam a oportunidade de uma vida digna, possam viver e desenvolver seus talentos, capacidades e sonhos. Nossa missão é também expandir esse benefício para as famílias das crianças e jovens que estão conosco.

No Nepal, trabalhamos em parceria com a Nepalese Home, a organização nepalesa fundada para viabilizar as nossas atividades. Hoje,  foi estabelecida uma liderança com as primeiras meninas e meninos que chegaram no início do programa e hoje trabalham para alcançarem pessoas que, como eles, foram alcançados pelo amor e compaixão.

Em 2009, inauguramos a Escola Meninas dos Olhos de Deus, que serve tanto às crianças resgatadas e assistidas pelo programa como à comunidade local, com cerca de 300 alunos. Foi iniciada e estabelecida pelo trabalho de Lucas e Sheyla, pessoas queridas que também cuidaram de uma das casas por um período. Hoje estão desenvolvendo o mesmo trabalho na Tailândia e seu legado deixado é maravilhoso. Atualmente Kelly Bevilaqua, que está aqui há mais de cinco anos e ajudou a estabelecer a Escola, é a responsável. Seu marido, Marcelo Bevilaqua, também serve a escola e o programa.

Atualmente, vários outros pequenos projetos acontecem ao mesmo tempo, como nossa fazenda (onde pretendemos produzir nossos próprios mantimentos), nossos cursos de treinamento de corte e costura, cursos de cabeleireiro e maquiagem, nossa loja de aluguéis de vestidos de noivas e de festas, nosso programa de reintegração Livres para Voar, nossa clínica dentária fixa e nosso ônibus com atendimento médico e dentário móvel, que também fará trabalho de conscientização contra o tráfico nas vilas e interior do Nepal.

Como começou


Em 1997, o Dr. José Rodrigues visitou a Índia pela primeira vez. Na cidade de Mumbai (antiga Bombaim) teve conhecimento do problema das ‘Escravas Prostitutas’, meninas que foram vendidas e levadas dos países vizinhos para serem usadas como prostitutas na Índia. Ele descobriu que milhares de garotas do Nepal estavam sendo usadas na prostituição na Índia.

Tendo se interessado pelo caso, o Dr. José (foto abaixo com sua esposa Lily) empreendeu outras viagens às áreas de prostituição de Mumbai, e numa dessas idas, se deparou com uma garota, por volta de seus doze anos, morta na calçada. Era uma criança, ali, simplesmente jogada. No hinduismo, os mortos são cremados em fogueiras ao redor dos templos e rios sagrados, mas aquela garota provavelmente seria cremada num depósito de lixo da cidade, pois era considerada indigna de ter um funeral nos padrões de valor hinduistas.

Dr. José acompanhou o momento em que o caminhão de lixo veio e levou o corpo daquela criança… Aquela cena brutal e marcante mudaria para sempre o destino de centenas de meninas que caminhavam para o mesmo fim.

Quando tomaram conhecimento dessa situação, Silvio Silva, Rosmari (sua esposa) e Davi (seu filho) se mudaram para o Nepal em 2000! Tinhamna bagagem apenas o sonho de resgatar meninas desse terrível futuro. (Foto da chegada abaixo).

Não tinham dinheiro, nem sabiam como fazer, mas tinham acoragem e a compaixão. A MCM entrou com todo coração nesse trabalho, está nisso até hoje e continuará em frente. Outras pessoas foram levantadas para ajudar, de diferentes lugares, mas todas unidas no mesmo propósito de ajudar as Meninas do Nepal. Começaram então o trabalho com a primeira Casa, com o desejo de resgatar crianças e adolescentes escravas sexuais. Também algum tempo depois teve início o trabalho de prevenção para aquelas que potencialmente poderiam ser vendidas no futuro. Meninas que já estavam se prostituindo ou pequenas irmãs ou filhas de prostitutas, bem como famílias que já tinham histórico de ter entregado suas filhas para prostituição passaram a ser o alvo de atenção.

Meninas que estavam nas ruas se prostituindo, ou mendigando, passaram a ser abrigadas em nossa casa em Kathmandu. Nasceu assim o trabalho conhecido como: “MENINAS DOS OLHOS DE DEUS”. (Foto abaixo, nossa primeira casa, que chamamos de Pishon. Hoje continua e foi seguida de outras mais, veja em “Nosso Programa” o menu “Casas”)

Estatísticas estimam que 12.000 mil crianças são traficadas a cada ano do Nepal para outros países, principalmente para a prostituição na vizinha Índia. Por causa da extrema pobreza, as famílias vendem seus filhos e filhas para traficantes. Em alguns casos, as famílias são enganadas, pois os traficantes se apresentam como pessoas que querem ajudar e levar as crianças e adolescentes “para uma vida melhor”.

Nesse processo, meninas a partir de nove ou dez anos de idade são tiradas de suas famílias e feitas escravas sexuais em bordéis da Índia e outros países vizinhos. Junto com a família, são arrancados os sonhos, a dignidade, a pureza, a alegria de viver, a esperança.

Muitas organizações estavam trabalhando nessa mesma meta, mas notamos que a demanda era maior. Além de tudo, notamos que, geralmente, o trabalho era muito institucionalizado, muito no âmbito legal e estrutural, sem dúvida importantes também em muitos casos, mas faltava um toque de compaixão! Um toque humano ao trabalho!

Percebemos que mais que um abrigo, as meninas resgatadas precisavam de amor, carinho, atenção, uma palavra amiga… Serem ouvidas em suas histórias… Serem ouvidas sobre seus sonhos frustrados e depois sobre seus sonhos reconstruídos.

As dificuldades foram muitas e enormes, não vale a pena gastar tempo falando delas detalhadamente, elas ficaram para trás e enriqueceram nosso rol de experiências. Foram elas logísticas, humanas (pessoas que não entendiam ou não queriam entender os objetivos), financeiras em alguns momentos, emocionais.

Mas como dissemos… passaram, foram vencidas. Foram citadas somente porque existiram e algumas existem ainda, mas não merecem mais tempo do que este parágrafo.

A alegria é maior que a dor passada, a esperança venceu as frustrações, a fé venceu as dúvidas, o amor venceu o medo.

As Meninas começaram a chegar já em 2001: A primeira foi a Rushimila, que veio com nome errado devido a tradução, na verdade se chamava Rhesma, mas para facilitar, escolheu ser chamada Raquel.

Chegou pequenininha, com frio, assustada, com fome, foi crescendo, ganhando confiança em Deus e em nós, hoje é uma linda jovem, alegre, gosta de dançar, cantar, sonhar, foi adotada pelo brasileiro Erik, de Barretos-SP. Foi a primeira e mora agora no Brasil. Já está na Faculdade e com certeza vai mais longe.

Depois veio a Promila que recentemente formou-se em Medicina e abençoa o seu povo como médica.

Veio Menuca, careca, parecia um menino, mas se tornou Ângela, uma bela jovem, filha amada, companheira, é professora e coordenadora em nossa Escola Meninas dos Olhos de Deus no Nepal.

Depois chegou a Prisca, já no ano de 2002.

Recebemos então a Eliza…

Eliza chegou com as irmãs, marcada pelo sofrimento, mas que bela menina estava por trás do rosto sofrido de antes, coração puro, sorriso franco, solidária. Hoje é uma das principais líderes do Programa. Temos um escritório em Kathmandu, e que grande e compassiva líder se tornou.

Depois veio a Márcia, que hoje é a líder do trabalho com Bolsas de Estudos e prevenção… A Meena que casou-se com Saran e já tem seu primeiro filho!

Chegou a Gleiva, filha querida, que era ofuscada pelas drogas das ruas, mas hoje é uma pessoa feliz, que faz os outros felizes… se tornou também uma das líderes do Programa e também trabalha com resgates.

Recebemos a Rupa (que chamamos Selma) que aprendeu violão, já gravou CDs, se apresentou no Nepal, Brasil e Japão. Vieram as pequenas: Suntali, Grace, Renu, Rachel, Ribika, Jioty, tantas, tantas, tantas… (foto abaixo já do ano de 2011 quando conseguimos nossa Van!)

Hoje, nepalesasinhas de diferentes castas, culturas, línguas, mas com seus olhinhos orientais, cabelos tipos franjinhas, lindas, puras, inocentes, queridas, alegres, restauradas.

Somos agora mais de 130 em 3 casas, sendo uma de meninos, na maioria irmãos das meninas que eram resgatadas ou que viviam nas ruas.

Nossa família cresceu… continua a crescer e crescerá mais!

O processo de restauração


Elas chegam com feridas no corpo e principalmente na alma, causadas pelo abuso sexual, rejeição, preconceito, fome, exclusão social, sem sonhos, nem esperança, com um sentimento profundo de inferioridade. Mas no dia-a-dia vão sendo amadas, cuidadas, começam a sorrir, dançar, cantar, sonhar.

A cura das suas almas vem com o entendimento do verdadeiro valor que elas possuem.

Elas descobrem o seu valor.

Nós trabalhamos muito na reconstrução da dignidade, fazemos esse trabalho com amor e compaixão. Não somos uma “instituição” (ainda que temos os papeis de funcionamento legal) mas somos uma “FAMÍLIA”. A FAMÍLIA MENINAS DOS OLHOS DE DEUS NO NEPAL.

As instituições geralmente são frias e impessoais, preocupadas com números, ou em fornecer coisas para sobrevivência. Mas a nossa visão é de vivermos em família, uns cuidando dos outros em amor, se importando com os detalhes, se importando com a peculiaridade de cada um, com os dons e os sonhos pessoais e particulares.

A Promila se formou em medicina, a Meena em sociologia e auxiliou o processo inicial de abertura de uma Casa em Bangladesh com seu esposo Saran. Umas querem ser professoras, outros advogados, engenheiros. Queremos ouvir cada um e cooperar com os seus sonhos.

Muitas das meninas que foram traficadas não tinham nenhum par de sapatos, dormiam no chão, comiam no chão, como bichos, como escravas. Outras, viviam nas ruas, ou em lugares muito pobres. Quando chegaram em nossas casas, receberam não somente cama, calçado e comida. Mas receberam uma cama cheia de mimos com ursos de pelúcia. Receberam alguém que lhes ajude a calçar, receberam uma mesa barulhenta e cheia de sorrisos para compartilhar.

Nosso foco não são as coisas, mas sim a dignidade, o valor de cada um e cada uma em nossas casas. É digno sentar-se à mesa, ser olhado nos olhos, abraçado, ouvido. Algumas que nunca sequer tiveram um brinquedo podiam desfrutar agora de ursinhos de pelúcia e bonecas, resgatando suas infâncias.

Comemoramos festas de aniversários, com bolo, balão e presentes. Comemoramos as conquistas. Vamos juntos aos festivais de dança, às apresentações da escola, aos jogos de futebol. Somos rigorosos para que se saiam bem na escola, como pais se preocupam com os filhos, como uma grande família.

Esse é o nosso ponto de partida e também de chegada: a compaixão e o amor.

Como estamos hoje


Após 18 anos de trabalho, temos mais de 150 meninas e meninos que residem em 4 casas do Programa Meninas no Nepal (acima foto de nossas casas). Porém, desde o início do Programa passaram por nossas Casas 97 crianças que já amadureceram e seguiram seu curso. Somente no ano de 2014, recebemos 7 meninas que foram traficadas para a Índia, mas agora retornaram para o Nepal para serem restauradas em sua própria nação. De 2015 até agora foram mais de dez resgates.

As meninas que estão abrigadas nas casas recebem assistência médico/dentária e estudam em escolas que ensinam em Inglês (segunda língua do Nepal). Elas se alimentam no padrão da classe média alta do Nepal, possuem suas camas, agasalhos, roupas, enfim: dignidade restaurada e auto-estima trabalhada.

Para as maiores temos oferecido cursos profissionalizantes, como: corte-e-costura, cabeleireiro e artesanato.

Assistimos outras 1220 crianças, vivendo com suas famílias, em diferentes vilas e distritos, que recebem “Bolsas de Estudo” e auxílio para alimentação. A Bolsa de Estudo engloba a taxa escolar, materiais, uniformes e calçados, para que a criança fique numa escola próxima de sua residência. Descobrimos que quando uma criança está frequentando a escola regularmente, a família não a coloca em situação de risco para os traficantes.

Em 2009, realizamos mais um sonho, a abertura da nossa própria escola, a “Escola Meninas dos Olhos de Deus” pela coordenação de Lucas e Sheyla. Ela oferece ensino da pré escola até a série 10, última série do ensino fundamental no país e já temos mais de 300 alunos. Em 2014, tivemos a nossa primeira turma da série 10 se formando e prestando um importante exame, o SLC, que funciona como um vestibular e é fundamental na vida do aluno. Tivemos 100% de aprovação, em 2014, 2015, 2016 e 2017!

Nossas meninas da primeira geração, como chamamos as primeiras que chegaram entre 2001 e 2004, já estão por volta de seus 23 a 27 anos. Atualmente, elas cuidam de praticamente tudo, são as líderes da organização parceira em termos práticos. O nome formal da organização parceira no Nepal é “Nepalese Home”. Precisamos desse registro para todo o relacionamento formal e documental com o Governo do Nepal. Mamata e as meninas resgatadas que hoje estão na liderança fazem parte da diretoria. Nós temos legalmente autoridade e licenças para abrigar e repatriar meninas traficadas da Índia e outros países. Há alguns anos temos recebido a custódia de várias delas que ficam em nossas casas. Muitas outras aguardam o fim do processo de repatriação.

Portanto as meninas e meninos que constituem a Nepalese Home decidem, administram as Casas, o Programa de Bolsas e a equipe brasileira funciona como apoio e supervisão no que é necessário. O Escritório administrativo é em Kathmandu, com 13 meninas e 3 meninos trabalhando na liderança e administração. (abaixo os líderes principais da Nepalese Home)

A coordenadora e responsável pelo Escritório é a Mamata, 30 anos, não foi acolhida em nossas Casas, ela já era cristã quando a conhecemos, vivia com sua família, e entendeu que o Senhor estava chamando-a para resgatar meninas traficadas. Portanto, trabalha conosco no Programa desde seu início e agora assume maior liderança. Mamata fala sua língua, Nepali, mas também aprendeu o Inglês, o Português e o Hindi.

Estamos trabalhando firmemente no projeto: “Livres para Voar” que começou em 2012, de forma que aquelas meninas que já possuem condições para tanto, possam sair, trabalhar, terem sua própria casa e seguirem suas vidas. Alguns meninos e meninas já saíram das Casas e já montaram seus próprios apartamentos, algumas puderam agregar suas famílias de sangue. Veja em “testemunhos” a história de Rupa (Selma) e outras meninas que agora vivem com suas famílias, trabalham e possuem sua independência. Desde seu início, 38 jovens já fizeram parte do “Livres para Voar”.

O Governo do Nepal já nos condecorou com um diploma de reconhecimento de nossas meninas como boas agentes sociais e até mesmo a ONU (Organização das Nações Unidas) já nos visitou e reconheceu nosso trabalho como um modelo de obra social.

Temos também licença por parte do Governo da Índia (CWC India – Children Welfare Committee) para acolhimentos e repatriamentos e já temos feito vários deles.

Como mantemos o trabalho


Hoje o trabalho é mantido pela oferta generosa pessoas e comunidades do Brasil, Japão, USA e outros países que movidos pelo amor e compaixão, compreenderam e passaram a abençoar este trabalho.

Além disso, recursos também são levantados com a venda de CDs e livros através da MCM, que também trabalha para levantar ofertas para o Programa.

A todos que acreditam conosco e investem seus recursos nesse sonho que virou realidade, nosso MUITO OBRIGADO!

Visão para o futuro


Temos iniciado o trabalho de auto-sustento, já abrimos pequenos negócios para as meninas desenvolverem, como salão de cabeleireiros e pequena loja para os produtos produzidos pela oficina de corte, costura e artesanato.

Já temos uma pequena chácara onde estão começando a ser produzidos alguns alimentos como vegetais e num futuro próximo vislumbramos a produção de ervas medicinais, bem como a criação de animais de corte e para produção de leite e ovos, para que assim, a médio prazo o trabalho se auto-sustente, sem a necessidade de receber recursos do exterior, gerenciado e administrado pelas próprias meninas que foram recuperadas e treinadas para tal trabalho. Sonhamos que a chácara possa produzir para gerar não só auto-sustento, mas também renda para o programa a longo prazo.

Outro ponto para o futuro é expandir o Programa para outros países. Estamos agora nesse processo para Bangladesh, Tailândia e Romênia.

No Camboja o Programa Meninas dos Olhos de Deus já funciona desde 2007, sob a liderança de Thiago Bretas e sua esposa Patrícia.

Como contribuir


Existem muitas formas de contribuir, seja em orações ou financeiramente. Para aqueles que desejam contribuir financeiramente existem várias opções:

  • Opção 1:

Contas no Brasil

World Mobilization

CNPJ 08.326.262/0001-52

 

Banco Bradesco – Cód. 237

Agência: 1633-0

Conta Corrente: 23883-0

 

Banco do Brasil – Cód. 001

Agência: 2738-3

Conta Corrente: 36000-7

(Nos envie um e-mail avisando a data e valor para emissão de recibo diretamente do Nepal)

  • Opção 2:

Conta nos EUA:

Bank Of America

World Mobilization

ROUTING # 011000138

ACCOUNT # 466001790649

Bank Branch in Lowell-MA

Address of WM: 192, Appleton St.

Lowell-MA

01852

(Nos envie um e-mail avisando a data e valor para emissão de recibo diretamente do Nepal)

  • Opção 3:

World Mobilization:

World Mobilization:

Standard Chartered Bank (Kathmandu-Nepal)

Account:01-1800906-51

SWIFT CODE: S C B L N P K A

Correspondente nos EUA:

Standard Chartered Bank  (New York)

Account: 10010-3603

SWIFT CODE: S C B L U S 3 3

(Nos envie um e-mail avisando a data e valor para emissão de recibo diretamente do Nepal)

IMPORTANTE: EM TODAS AS DOAÇÕES É EXTREMAMENTE NECESSÁRIO QUE SEJA INFORMADO PARA NOSSA EQUIPE POR E-MAIL: O VALOR, O DEPOSITANTE E O PROPÓSITO GERAL OU ESPECÍFICO A QUE SE DESTINA A DOAÇÃO.

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